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Top 10: Álbuns para ouvir “On The Road”

Você que está sempre na estrada e sempre sente aquela vontade de escutar um música com certeza já se perguntou, qual álbum é recomendável para a estrada, por mais que possa se ter a ideia que na direção o gosto pessoal é o que conta eu venho propor hoje discos que realmente tudo tem a ver com o asfalto, então prepare a gasolina.

Antes de começar, você que talvez não dirija muito pelas estradas a fora (como eu) vou lhe apresentar então o cenário perfeito para se imaginar escutando essas músicas, então sente-se confortavelmente em um Chevrolet El Camino SS, passando por pastos verdejantes a montes secos, lagoas onde pássaros se assentam em uma pequena arvore morta, a tempos chuvosos, agora alojados aumente o volume deste seu carro porque ai vem o numero 10!

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TOP 10 – Os Melhores Álbuns de Heavy Metal 2/2

Esta é a segunda parte do TOP 10, indo do décimo ao sexto melhor álbum pertencente ao gênero.

6 – Dio – Holy Diver (1983)

O álbum que vem estabelecer Dio como um cantor de ópera pelo mundo do Metal. Pura verdade: o Metal não seria a ópera marginal? Elegante daquele modo obscuro, com o restante que fala por si só. Só ouvindo para realmente compreender.

7 – Sepultura – Beneath the Remains (1989)

E então o Sepultura evolui não apenas em musicalidade, como em popularidade. A banda abraça de vez o estilo Thrash Metal para ditar mensagens com forte compromisso para com as chagas da sociedade. É para bater a cabeça e atirar ódio contra certas injustiças além do mundo marginalizado, este globalizado como “American way of life”, mas melhor traduzido como “Modo de vida capitalista”.

8 – Electric Wizard – Come My Fanatics… (1997)

Caótico, bastante lento e sombrio. Nas mãos erradas, esta seria a fórmula para o maior erro do mundo; mas essas não são as mãos do Electric Wizard, que faz um Stoner Metal mirado no Doom Metal – denominado por alguns como Stoner Doom. Excelente e fascinante. Maduro e o melhor trabalho da banda, que ainda carrega outra obra-prima, o Dopethrone (2000).

9 – Megadeth – Peace Sells… But Who’s Buying (1986)

O segundo álbum do Megadeth. E é um salto e tanto se comparado ao anterior (que já era ótimo). As letras tornaram-se bem mais maduras. E a parte sonora, então, de arrebentar; com destaque para o baixo de Ellefson que dá um show à parte. Além do mais, é o Megadeth em um de seus melhores momentos; e isso basta. Trabalho encantador que cresce a cada execução que o ouvinte dá, assim como Rust in Peace.

10 – Slayer – Reign in Blood (1986)

Perfeição sonora. Sabem o que é isso? Perfeição sonora. Riffs inteligentes que, por mais que busquem em primeiro lugar a velocidade, encontram uma perfeita harmonia capaz de fazer com que cabeças voem; ou seja, é velozmente alucinante. Os vocais de Araya, a batera de Lombardo… De cair o queixo.

Victor Ramos

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TOP 10 – Os Melhores Álbuns de Rock Progressivo 2/2

PARTE 02 (06-10)

A lista a seguir tem como intuito apenas tecer uma análise quantitativa e alguns comentários acerca dos álbuns. Isso significa que muito possivelmente uma resenha sobre qualquer um deles poderá ser feita.

06  Pink Floyd – A Saucerful Of Secrets (1968)


O Pink Floyd concebeu um compromisso entre um som de forma livremente tonal, o freak, o barulho cacofônico e a cantiga excêntrica e melódica. Este caleidoscópio equilibrado foi inspirado e nutrido pela loucura de Syd Barrett principalmente em seus dois primeiros álbuns, suas obras de arte psicodélicas e também as únicas obras-primas.

07 Magma – Mekanik Destruktiw Kommandoh (1973)


Aqui a ópera é grandiosa e “Zappiana” e certamente representa o poder artístico de alcançar novos patamares de qualidade musical pela fanfarra realizada pelas bandas europeias de mesma época.

08 King Crimson – In The Court Of The Crimson King (1969)


King Crimson mergulhou na cena em 1969 armado com um instrumento “novo”, o mellotron, que permitiu simular o som de uma orquestra. O resultado alcançado em In The Court Of The Crimson King é eloquente e grandioso.

09 Gong – Radio Gnome Invisible (1973)

Demente colagem pulsante de rima-melodia, tom circense, ritmos de jazz, teclados galácticos, gemidos sensuais / celestial que podem representar mantras, motes eletrônicos e hinos caricaturais. O conjunto exala uma sensação de cacofonia imponente.

10 Mike Oldfield – Tubular Bells (1973)


Com apenas 20 anos, Mike Oldfield teve uma idéia revolucionária: gravar uma composição longa de um álbum inteiro, toda composta, interpretada (28 instrumentos) e arranjada por ele (80 faixas sobrepostas). Não só isso, ele também teve a ideia de “unir” em conjunto vários temas melódicos inspirados por diferentes gêneros musicais.

 Guilherme Rodrigues

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TOP 10 – Os Melhores Álbuns de Heavy Metal 1/2

PARTE 01 (01-05)

Alguns preferem apoiar o conceito de que o Heavy Metal não tem variantes; ele é único e assim seguirá – sendo, então, aquilo o que grupos como Black Sabbath e Judas Priest naturalmente nos ofereceram; ou seja, o som de raiz. Sendo assim, esses preferem apoiar a ideia de que estilos como o Thrash Metal, por exemplo, não são vertentes do Heavy Metal; são vertentes do Metal – de onde saiu o Heavy Metal, o que faz deste também uma vertente. Porém, faço parte do grupo que defende a tese de que tudo isso é Heavy Metal, só que sob perspectivas diferentes. Assim como o Rock n’ roll não é necessariamente um subgênero, mas também pode ser englobado como um estilo aderido por todas as vertentes do Rock. A lista a seguir é um top pessoal que engloba o Metal em geral; em suma: o Heavy Metal. Os melhores álbuns do gênero. Conectem o fone de ouvido e concentrem-se.

1 – Megadeth – Rust in Peace (1990)

Megadeth é uma banda de discografia mais que sólida. Tem ótimos álbuns e dois destes que são obras-primas; um deles: Rust in Peace. Aliás, chamar Rust in Peace de “obra-prima” é algo muito humilde; este disco é fantástico, o melhor registro de seu gênero. Mustaine intimista, político, lúcido, furioso; tudo isso aqui, nesta bela obra de arte que, além de definir o que é de fato um headbanger, nos deixa espaço para uma série de reflexões regadas a um ataque de diversão. Perfeito.

2 – Metallica – Master of Puppets (1986)

Não adianta; o Metallica é uma puta banda. É verdade que a atual fase do caras é bastante discutível; porém, o passado não pode, jamais ser apagado. O melhor álbum do Metallica e o seu melhor momento: é o que Master of Puppets é. É a junção da velocidade e da técnica, respectivamente, dos dois álbuns anteriores. E bem-sucedida, diga-se de passagem. É energético, melódico e, acima de tudo, headbanger. Convenhamos: um álbum que pega os melhores elementos de duas obras-primas não poderia ser menos que uma coisa espetacular. O terceiro álbum do Metallica.

3 – Type O Negative – Slow, Deep and Hard (1991)

O debut do Type O Negative com certeza está na história da música. Sim, pois somente os grandes conseguem abrir toda uma história de determinado grupo/artista com a roupagem de uma obra-prima arrebentadora. Maduro como só ele, praticamente é impossível rotulá-lo. Ora soa como um alucinado Thrash Metal; ora como um Death Metal; ora como Doom Metal. No final das contas, percebemos que é muito mais que um mero rótulo de uma afluente do Metal; é o Metal sendo respeitado com uma monstruosa noção músical, e criado por um punhado de ideias geniais. Alucinante e visceral.

4 – Iron Maiden – Iron Maiden (1980)

Apesar de ser o primeiro álbum do Iron Maiden, já nasceu como sendo uma reunião de tudo o que a banda sempre teve de melhor, tanto para antes como para depois. Alucinado e viciante do início ao fim. Já conquista de primeira e não nos deixa dúvida acerca de seu nível qualitativo.

5 – Black Sabbath – Paranoid (1970)

Falar bem do Black Sabbath e o Paranoid, considerado por muitos ser a sua obra máxima (inclusive por mim), é chover no molhado. Mas não adianta; não trata-se de modismo e nem nada. O tempo provou que esta obra é, de fato, algo transcendental.

Victor Ramos

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TOP 10 – Os Melhores Álbuns de Rock Progressivo 1/2

PARTE 01 (01-05)

A lista a seguir tem como intuito apenas tecer uma análise quantitativa e alguns comentários acerca dos álbuns. Isso significa que muito possivelmente uma resenha sobre qualquer um deles poderá ser feita.

1. Robert Wyatt – Rock Bottom (1974)

Rock Bottom (1974), é uma das obras-primas supremas do rock, uma transfiguração verdadeira de rock e jazz. Suas peças atravessam a fronteira improvável entre um hino religioso intenso e uma rima infantil. Ao longo dessa linha imaginária, Wyatt esculpiu uma vala profunda de efusão emocional, onde a felicidade, tristeza, fé e resignação encontrou uma unidade metafísica.

2. Faust – Faust  (1971)

Por trás da superfície, a música de Faust esconde uma visão de movimento da condição humana e um dos mais líricos andamentos em toda a história da música rock. Suas visões do inferno representam o mais nobre testamento que saiu do rock progressivo.

3. Hash Jar Tempo – Well Oiled (1997)

Este álbum aqui é um verdadeiro sumário do rock psicodélico/ progressivo de todos os tempos. Semelhanças a Velvet Underground, Pink Floyd, The Doors ou Red Crayola não são mera coincidências.

4. Soft Machine – Third (1970)

Uma coletânea que varia entre o minimalismo de Terry Riley e o jazz/ rock de Miles Davis. Isso já é suficiente para descrever o poder do som realizado por Soft Machine.

5. Residents – Not Available (1978)

Um marco das gravações da época, foi o trabalho mais sofisticado da arte dos Residents. As suites praticamente inventaram uma nova forma de música sinfônica avantgarde de primitivismo e cacofonia no meio musical.

Guilherme Rodrigues

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