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TOP álbuns 2014

E ae caralhadas! 2014 foi um ano bem fodido em vários sentidos, fazer essa lista um dia depois da morte do Joe Cocker é bem significativa pra mim afinal, falar de música agora seria uma homenagem ao um dos que ajudou a sua evolução. Falar das músicas de 2014 me toca porque foi um ano que certamente trouxe muitas que me acompanharam durante esses 365 dias agourentos então sem delongas eu como membro do musical milita trago a vocês meu top 25 álbuns do ano.

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Lorde – Pure Heroine (2013)

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“É um álbum pra ser apreciado com o tempo” (ou não) – L. F. Alves.

Enfim, falar sobre Lorde quando expressar minhas diversas controvérsias a música que ela faz pode ser uma tarefa um tanto quanto subjetiva demais, contudo, posso não ser o único a partilhar dessa opinião, mas tentando focar nos moldes específicos de qualidade musical para depois passar para a análise individual vou trazer aqui o melhor possível de uma nova visão para esse trabalho e se não, reforçar alguns pontos, vamos lá.

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MC5 – Kick Out The Jams (1969)

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MC5, liderado pelo líder da White Panther, John Sinclair e o guitarrista Wayne Kramer, representou a ala revolucionária das revoltas estudantis e usou o rock and roll como um dispositivo de agit-prop poderoso. Seu som incorporada a raiva e os sacarmos dos extremistas, suas letras desafiaram todos os padrões morais. Seus shows eram selvagens, orgasmos coletivos em que a banda desencadeava um monstro e fúria caótica sobre a platéia. Kick Out The Jams (1969) continua sendo um dos álbuns mais “orgiásticos”, terríveis e viscerais já lançados, um bacanal grotesco de atrozes sons, habilidades musicais primitivos, um ataque formidável sobre a realidade, o rock’n’roll equivalente a uma explosão nuclear, soando como se fosse free-jazz e incorporando o acid rock que havia sido barbaramente espancado dentro de um acelerador de partículas atômicas.

Kick Out The Jams (Elektra, 1969) é um dos álbuns mais importantes realizados, a música rock influente e criativa nasceu como anti-artística e intencionalmente se jogou no mundo sujo e cruel. Gravado ao vivo no final do ano de 1969, representa na verdade um conjunto atrocidades grotescas e a agitação do primitivismo musical, mas também um exemplo fantástico do poder devastador da música e do coração. Poucos podem se orgulhar de um conjunto complexo de canções como Kick Out The JamsCome TogetherRocket Reducer N. 62 e I Want You Right Now. A matriz é desintegrada em um frenético som abominável. A percussão desenfreada espasmódica cria tensões que, em seguida, explodem em voz alta e em sarabanda caótica e instrumental. Os solos da suíte barroca foram destruídas pela fúria devastadora de improvisação coletiva.

Em muitas incitações à violência, também se tem digressões de ordem metafísica, quando se professa a crença em uma religião cósmica que se recolhe e é o significado de todas as revoluções. Assim, o álbum termina com uma versão assustadora de Starship ( reflexos de Sun Ra), um spasmodically que se estendeu até o infinito, um delírio esquizofrênico de oito minutos, uma orgia de explosões galácticas, gritos de paranoicos, chiados, vozes remotas ou talvez um silêncio ensurdecedor de loucura cósmica.

Guilherme Rodrigues

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Olá, mundo!

Como o título do post deixa bastante claro, esta é uma declaração de boas-vindas a vocês, leitores.

Estamos na era da informação gratuita e é exatamente isso o que o Musical Militia propõe: um espaço democrático em prol à Música, onde o leitor interage conosco, autores, recebendo em troca informações que preenchem a sua formação cultural particular. Mas como é um espaço interativo, nós também somos alunos e podemos aprender com nossos leitores. Até mesmo porque a arte é algo subjetivo, e não existe uma verdade absoluta; o que existe é uma série de teorias que ainda não foram refutadas. Iremos expor as nossas teorias e esperamos que vocês as experimentem; no final das contas, concordar com elas ou refutá-las será a sua decisão final.

O título do blog não foi por acaso. Afinal, “Musical Militia“? Não é algo comum, certo? Mas para que vocês compreendam melhor, trata-se de um trocadilho com uma clássica faixa do Metallica: “Metal Militia”.

Sim, não temos frescuras. Como qualquer outra pessoa, temos as nossas preferências; mas isso não nos impede de colocar um Slayer lado a lado ao Noel Rosa. Afinal, a diversidade é a beleza natural das coisas.

E ao final de tudo, faremos resenhas, artigos de opinião, podcasts e tudo mais. Mas sempre tendo como foco principal a Música, com uma linguagem simples mas dotada de conteúdo.

Victor Ramos

– Editor

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