Arquivo da categoria: Resenha

Judas Priest – Redeemer of Souls (2014)

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Metal como só os clássicos são feitos, é como se resume o novo trabalho da banda que é obrigatório no currículo de qualquer apreciador do bom Heavy Metal e suas vertentes. Desde 2008 estamos a espera de novas músicas desde que anunciado em 2011 que elas começavam a surgir…afinal quando a banda lançou Nostradamus a situação ficou um pouco desconfortável já que o mesmo dividiu um pouco a opinião dos fãs, a pressão sobre Redeemer of Souls era grande e as expectativas de quem esperava coisa boa com certeza foi alcançada.

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Baden Powell – Os Afro-sambas (1966-1990)

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O violonista brasileiro Baden Powell como é conhecido artisticamente é reconhecido na sua orla musical, a aclamada pelos então “veteranos” deste pais, a MPB de Ouro, característica da época de repressão a música do período de regime militar no Brasil. Agora, vem então vossas pessoas se perguntarem porque alguém como eu fui acabar me encontrando a escutar Baden Powell e sua MPB quando minha, digamos,”especialidade musical” se encontra principalmente no folk/power metal, bom, para aqueles que me conhecem sabem que me identifico com as diversas formas de paganismo recebendo um título simbólico de místico, Os Afro-sambas é um álbum repleto de uma expressão mítica e mística em sua musicalidade da umbanda e o candomblé expressões religiosas cuja minha pessoa apresenta certo interesse, dado essa explicação espero que possam então entender melhor minha particularidade a obra deste gênio nacional.

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Lana Del Rey – West Coast (2014)

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A música lançada no exato dia 14/04/2014, ou seja hoje, revela a nova era da cantora e logo após escutá-la pela primeira vez senti a necessidade de escrever sobre a mesma.

Down on the west coast, they got a saying, if you’re not drinking; then you’re not playing ”

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Summoning – Dol Guldur (1996)

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Lançado em 1996, Dol Guldur terceiro álbum da banda Summoning apresenta já uma estrutura básica que vinha sendo trazido desde os trabalhos anteriores do grupo, estes sendo o Lugburz e o Minas Morgul; seguindo a tradição novamente o tema principal são as obras de Tolkien neste retratados de maneira até mais cuidadosa, colocaria eu em tais palavras; bem, para começar  a falar então de Dol Guldur, eu diria que é um disco épico!

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Moloko Vellocet – 1 Cup (2014)

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Perturbador, é a palavra de ordem para 1 Cup do Moloko Vellocet. Composta por apenas um integrante, a “banda de um homem só” vem trazer seu cybergrind com uma atmosfera de fato “cyber”, parte por causa de sua bateria característica que torna tudo muito frio, um som cruel e ao mesmo tempo rápido, as curtas durações de cada faixa são como facadas, que entram pelo seu ouvido, suave, mas sem se demorar para que você não perceba que ela está lá, e aos poucos vai introduzindo suas doses de (ultra)violência musical.

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Anthrax – Among The Living (1987)

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Antes mesmo de ter maior contando com o Thrash Metal puro dos primórdios do Metallica, que foi a primeira banda do gênero que escutei, acabei ouvindo a uma banda nada modesta que era o grupo Anthrax com o trabalho State of Euphoria de 1988, principalmente pela faixa Antisocial, nunca indo além na banda, numa noite agradável assistia a minha pessoa ao programa “That Metal Show” no qual o álbum foi citado como o melhor trabalho da banda e um dos melhores do Trash Metal e minha curiosidade foi imensa.

Anthrax consideradas como uma das fundadoras da vibe Thrash Metal, lançou em 1984 Fistful of Metal com pequenos traços do que aquela nova sonoridade estava a se propor, mas com os vocais mais agudos de Neil Turbin toda aquela sonoridade ainda parecia algo como Judas Priest e de certa forma o gênero ainda não possuía forma definida e tudo soava ainda algo como o Speed Metal; em 85 vieram com Spreading the Disease com uma bateria que rasgava seus ouvidos e riff mais pesados e com tempos espaçados, o distanciamento do Speed era claro e ouvível emplacando de cara com Madhouse como um sucesso absoluto! o Trash Metal mostrava a face nua crua pelas primeiras vezes trazido pela entrada de Joey Belladona (Será que é parente da atriz pornô?). “É importante também citar que em Spreading The Disease as letras típicas que viriam a fazer parte do Thrash americano começaram a se intensificar com relação ao álbum anterior”

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Sodom – Obsessed by Cruelty (1986)

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Sodom foi a banda que me fez ter contato com o Thrash Metal alemão, tenho ótimas lembranças relacionadas a essa incrível banda. Falando nisso, me lembro que acreditava que In The Sign of Evil (o famoso e lendário EP, diga-se de passagem) tinha sido lançado após o primeiro álbum da banda. Isso porque jamais imaginaria que Obsessed by Cruelty poderia sair após o que foi feito em In The Sign of Evil. Calma, eu explico: normalmente as bandas buscam evoluir tecnicamente, a cada lançamento, suas qualificações sonoras, e desse modo construí uma pequena suposição de que In The Sign of Evil era limpo demais para ser lançado antes do Obsessed by Cruelty. Obsessed by Cruelty tem cara de sujeira; é um assassino que toma banho de sangue e vai dormir assim. Só que a surpresa veio com o tempo, a velha questão de “mais cedo ou mais tarde” (poderia ter sido mais cedo, mas como sou mané deixa para lá): Obsessed by Cruelty veio depois, obviamente.

A coisa aqui é linda, uma porradaria linda. Se a própria sonoridade do Sodom não deixa espaço para ouvidos de manteiga, em Obsessed by Cruelty encontramos o ápice desse conceito. O álbum é Black Metal, verdade seja dita. É um Black Metal da primeira onda, algo que por si só garante a ele características de Thrash e de Death Metal. Continuar lendo

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